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Cerco vai ter PSP em permanência |
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O protocolo, ontem assinado, persegue três objectivos: reforçar segurança; elevar confiança da população; reduzir comportamentos anti-sociais. O programa de actividades do CLS, profiláticas e de formação cívica, envolve mais visivelmente a Polícia de Segurança Pública – que passa a ter uma equipa específica de acção no Cerco. O CLS prevê a aquisição de duas viaturas, sendo que os agentes receberam formação complementar para o policiamento de proximidade. “É uma polícia personalizada que privilegia a prevenção”, disse Abílio Pinto , comandante Metropolitano da PSP Porto. A comissão executiva do CLS envolve o Governo Civil, a Câmara, a Junta de Campanhã e a PSP, numa ‘network’ assente em três blocos de acção: empoderamento; prevenção de comportamentos desviantes; e envolvimento da comunidade. Há dez novos parceiros sociais na rede comunitária: Agrupamento Vertical de Escolas do Cerco; Projecto Pular a Cerca; Run Porto-Organização de Eventos Desportivos; Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género; Comissão de Protecção de Crianças e Jovens-Porto Oriental; Qualificar Para Incluir; Arrimo-Organização Cooperativa para o Desenvolvimento Social e Comunitário; Mundo a Sorrir ; Fundação Vítor Baía; e Federação das Associações Juvenis do Distrito do Porto. Signatária do primeiro CLS do país, a secretária de Estado da Administração Interna, Dalila Araújo, salientou o “impulso essencial destas novas parcerias com a sociedade civil” e sublinhou que “a segurança é o primeiro direito de qualquer cidadão, pois não há liberdade sem segurança”. |